FELIZ 2016

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Filha mata mãe com pedrada na cabeça em Dona Inês-PB...

Maria Verônica de Sousa (Vera)  de 49 anos foi presa suspeita de matar a mãe, Dona Sebastiana Teódosio (Dona Bastinha) de 72 anos, na cidade de Dona Inês, no Agreste paraibano, na noite da quarta-feira (28). Segundo  informações da Polícia Civil, a filha teria jogado uma pedra na idosa, que não resistiu ao ferimento e morreu no local...


De acordo com a Polícia Civil, a suspeita confessou o crime e, em contato com policiais, disse que atirou a pedra na idosa porque queria voltar a morar na cidade do Rio de Janeiro e a mãe não permitia. Elas discutiram e a mulher agrediu a idosa...


Ainda conforme as investigações da Polícia Civil, a mulher tomava remédios controlados. Ela está detida na delegacia de Solânea. O delegado José de Arimatéa Moraes informou que a suspeita deve ser levada para um presídio de João Pessoa ou Campina Grande ainda nesta quinta-feira (28).
Veja Vídeo (imagens fortes)...

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Começou a farra, Ministros de Temer virão de dez partidos...

Além do PMDB, mais nove partidos deverão ter ministérios no governo Michel Temer: PSDB, DEM, PSD, PR, PRB, PTB, PP, SD e PSB. Destes, só o PMDB e o PSDB deverão ter mais de um nome no primeiro escalão. As demais legendas que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff, como PPS, terão, como compensação, cargos-chave nas 20 maiores estatais e autarquias, como Petrobras, FNDE, Itaipu, Dnocs, Codevasf, entre outros.
Depois de definir seus núcleos político e econômico, que será liderado por Henrique Meirelles, Temer inaugurou, na quarta-feira, os acertos com os partidos aliados. Depois de receber do PSDB apoio formal ao seu governo, o vice espera contar com ao menos dois tucanos na Esplanada. Os mais cotados até o momento são os senadores José Serra (SP), na Educação ou na Saúde; e Aloysio Nunes Ferreira, que é visto como uma opção para o Ministério das Relações Exteriores.
À tarde o presidente do PSDB, Aécio Neves, teve uma longa conversa com Serra para relatar o encontro com Temer e discutir sua possível ida para o ministério. Embora tenha dito nas conversas com os tucanos que não aceitaria o convite para a Educação, o senador teve um encontro com pessoas da área durante a tarde. Após o encontro com Aécio, Serra disse que não vai falar sobre indicações por enquanto.
A ideia de Temer é encontrar ministros que tenham afinidade com o setor que comandarão mas que também tenham peso político em seus partidos. Um modelo dessa proposta são os nomes cotados para a Agricultura, que tem como nomes mais fortes até agora o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), histórico defensor do agronegócio, e o deputado Marcos Montes (PSD-MG), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária. Uma terceira alternativa avaliada por Temer é o ex-ministro Roberto Rodrigues, de perfil mais técnico e amplo apoio no agronegócio.
O PSD, de Gilberto Kassab, também poderá continuar exatamente onde esteve na gestão de Dilma até a semana passada, quando pediu demissão para apoiar o impeachment: no Ministério das Cidades. Só que dificilmente acumularia este posto com a Agricultura. Apesar de Henrique Meirelles também ser filiado ao PSD, sua indicação para a Fazenda é considerada “cota pessoal” e técnica.
Ao PP, nas negociações pré-impeachment, havia sido sinalizado que poderia manter a Integração Nacional e ainda ganhar o Ministério da Saúde. No entanto, o discurso foi modulado pelo grupo de Temer que fala agora em perfil adequado para cada pasta e já deixa clara a impossibilidade de dar dois ministérios dessa importância para a legenda e ainda reduzir o número de pastas na Esplanada para cerca de 20. Na noite de ontem, numa tentativa de se desvencilhar da pecha de fisiológico, o PP formou um grupo que irá elaborar propostas que servirão de base para negociações com Temer.
A nomeação se tornou folclórica pelo quase que total desconhecimento de Hilton da área. No entanto, o PRB é a grande dificuldade de Temer para conciliar nomes técnicos e com forte presença política. O nome mais forte da legenda para assumir uma pasta, por ora, é o do presidente do partido, Marcos Pereira, que garantiu o desembarque da legenda do governo Dilma e a totalidade dos votos dos deputados a favor do impeachment.
As conversas sobre nomes e pastas ainda estão em fase inicial com PTB e SD. No PSB, houve negociações preliminares e chegou-se a cogitar os nomes do vice na chapa de Marina Silva, Beto Albuquerque, e do ex-senador Renato Casagrande, para ministros.
(Alguém achava que a Dilma seria derrubada assim por nada)...

Programas sociais de Temer vão focar os ‘5% mais pobres'...

O vice-presidente Michel Temer pretende reformular as principais vitrines do governo PT para aumentar os benefícios à camada mais pobre da população, caso assuma a Presidência se o afastamento da presidente Dilma Rousseff for aprovado no Senado. O foco nos mais pobres abrirá espaço no Orçamento da União para dar o reajuste a uma parcela do Bolsa Família e relançar o Minha Casa Minha Vida e o Pronatec, duas das principais bandeiras da presidente.
As propostas estão no documento “A Travessia Social”, formulado pela Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao PMDB, ao qual o Estado teve acesso. As diretrizes só serão divulgadas no site da fundação na próxima segunda-feira.
O objetivo de um eventual governo Temer na área social é elevar o padrão de vida dos 5% mais pobres do País, que correspondem a 10 milhões de pessoas. Para essa parcela da população tem sido mais desafiador promover a inclusão social e produtiva, diz o documento, cheio de críticas à forma como o governo Dilma conduz os programas sociais.
“Também há compatibilidade entre políticas sociais destinadas às camadas mais pobres da população e equilíbrio fiscal. É preciso dizer que nem todas as políticas sociais no Brasil têm seu foco nos grupos sociais mais carentes”, afirma o documento. A expansão do sistema de proteção social para os 10 milhões de brasileiros que compõem os 5% mais pobres deve ser feita por meio do Bolsa Família, que seria mantido.
Atualmente, o programa contempla cerca de 14 milhões de famílias. O governo gasta, em média, R$ 2,3 bilhões por mês com o projeto de transferência de renda, com o valor médio de R$ 163,57 por família.
Para o PMDB, a camada situada acima do limite de 5% até o de 40% mais pobres está “perfeitamente conectada à economia” e deve ter benefícios como uma eventual retomada da atividade econômica. Para esses trabalhadores, um eventual governo Temer deve criar um “abrangente programa de certificação de capacidades”. Segundo o documento, o ideal seria garantir a cada trabalhador com carteira assinada ou no mercado informal o direito de uma formação por ano. Esse “cupom de qualificação” poderia ser usado como um ativo para aqueles que procuram emprego e uma ferramenta para melhorar a renda dos que já têm emprego por meio do ganho de produtividade.
Pronatec
Sobre o Pronatec, o Travessia defende que se avalie se os cursos oferecidos representaram efetivamente uma melhoria real do emprego e da renda do trabalhador, em vez de se verificar se o número de matrículas foi alcançado em cada período. Segundo o documento do PMDB, isso nunca foi feito. O partido prevê relançar o Pronatec “revigorado”, focado em cursos que atendam às necessidades dos mercados locais. “O colapso fiscal do Estado está matando um programa correto e produtivo”, diz o documento. Conforme o texto, as matrículas despencaram em 2015 para 800 mil depois de atingir mais de 2 milhões no ano anterior. Os treinamentos em 2015 foram executados pelo Sistema S, mas a União não desembolsou efetivamente todos os recursos, o que resultou numa dívida pendente de R$ 2 bilhões.
Minha Casa
Em relação ao Minha Casa Minha Vida, o documento diz que é preciso relançá-lo, tendo como prioridade os mais pobres. O PMDB afirma que o objetivo é fazer com que o programa, que está praticamente parado, volte a ser uma prioridade. “O MCMV foi abandonado pelo governo atual, deixando um rastro de investimentos frustrados na indústria da construção e um déficit habitacional crescente nas periferias”, critica. Segundo números do documento, ao permitir o “descalabro fiscal”, construído em anos de negligência, o governo federal assiste ao esvaziamento do programa, com impacto na criação ou manutenção de 1,7 milhão de empregos diretos e indiretos.
Estimativas do partido afirmam que, por ano, 1,3 milhão de novas famílias acaba se instalando em habitações precárias em áreas não completamente urbanizadas. O déficit acumulado projetado pelo partido é de 6 milhões de habitações sem os padrões adequados.
O texto destaca, porém, que uma agenda social deve conter, em primeiro lugar, crescimento econômico, redução da inflação às metas do Banco Central e volta do equilíbrio fiscal.
'Travessia social'
Princípios do documento elaborado pelo PMDB que vão nortear as ações de um eventual governo Temer na área social:
-  ‘Bolsa Família’
Elevar o padrão de vida dos 5% mais pobres – o equivalente a um total de 10 milhões de  pessoas
  Habitação
Relançar o programa habitacional Minha Casa Minha Vida, tendo como prioridade a população mais pobres.
-  Emprego
“Revigorar” o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), focado em cursos que atendam as necessidades dos mercados locais.
-  Capacitação
Criar um programa de certificação de capacidades – cada trabalhador terá direito a uma formação por ano.
(Os 5% equivalem a 10 milhões, se hoje são contemplados 14 milhões, de cara, 4 milhões já serão exclusos)...

Paulo Paim defende eleições diretas para presidente...

O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu nesta quarta-feira (27) a antecipação de eleições diretas para presidente da República. Ele apontou a democracia por meio do voto popular como o melhor caminho para indicar quem deve governar o país.
Paim criticou em seu pronunciamento a luta “do poder pelo poder”.  Ao afirmar que a presidente Dilma Rousseff é uma pessoa honesta, o senador classificou o impeachment como um gesto político.
— Nossa democracia, tão jovem, está sendo mais uma vez atacada na história desse país — disse.
Ao repassar as várias definições de democracia desde a Grécia antiga, o parlamentar lembrou que neste momento de crise “política, social e ética” é necessário ter a “grandeza  de concordar que o poder popular resolva a questão” , na busca do diálogo e da convergência.
— Devemos fortalecer ainda mais as nossas instituições, devemos garantir ainda mais os direitos e as liberdades do nosso povo, devemos buscar ainda mais a igualdade econômica, social e política dos brasileiros.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Reguffe critica formação antecipada de eventual governo Temer...

O senador Reguffe (Sem partido-DF) declarou-se revoltado com as negociações do vice-presidente Michel Temer para montagem da equipe de seu eventual governo. Ele alertou que o povo rejeita a continuidade da prática de barganha entre aliados políticos.
O senador mencionou o excesso de ministérios e de cargos comissionados e cobrou uma agenda de reformas que devolva o Estado ao contribuinte e estabeleça metas e resultados no serviço público. O representante do DF lamentou a falta de debate sobre essas demandas. Reguffe reiterou seu apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas alertou que o cargo de Michel Temer tem uma missão histórica e não pode ignorar a voz da sociedade.
— Ele poderia entrar para a História defendendo uma reforma do Estado, uma reforma tributária e uma reforma política. Agora, se ele ficar simplesmente querendo agradar as cúpulas dos partidos políticos e distribuindo os cargos de uma forma fisiológica entre os partidos políticos, é um governo mais do mesmo, é um governo que não vai avançar no que a sociedade quer nas ruas, e eu não dou trinta dias para a população estar na rua pedindo a saída desse governo.

Renan recebe carta de intenções de vereadores...

Na tarde desta quarta-feira (27), o presidente do Senado, Renan Calheiros, recebeu representantes da União dos Vereadores Brasileiros (UVB) que representa aproximadamente 57 mil vereadores de todo o Brasil.
Durante o encontro, a UVB entregou ao presidente do Senado a chamada ‘Carta Brasília’, que apesenta uma série de reivindicações voltadas para o desenvolvimento dos Municípios e tratam de questões referentes à redução de gastos pela máquina administrativa; o fim do foro privilegiado nos casos de corrupção; o respeito à Lei de Ficha Limpa; e a aprovação do Novo Pacto Federativo.
Além da carta, os vereadores pediram também que o Congresso Nacional se volte para a elaboração de leis que garantam maior autonomia administrativa e financeira aos Municípios para que as obras públicas sejam construídas com maior rapidez, agilidade, eficiência e fiscalização.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse ser muito importante conversar com os vereadores nesse momento em que o país passa por dificuldades.
— É preciso manter a sobriedade e a responsabilidade dos Legislativos, principalmente das câmaras de vereadores, que fazem os primeiros contatos com a população —, enfatizou Renan.
Renan lembrou aos vereadores que, ao conduzir o Congresso Nacional, não tem medido esforços para manter a isenção exigida pelo cargo durante o período em que o Senado Federal e a Câmara dos Deputados estão analisando o processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.
— É nesse momento que eu tenho que fazer de tudo para manter a isenção, a responsabilidade, a sobriedade, a isenção. Como vocês sabem, isso também acontece nas câmaras municipais —, disse Renan.
Da Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado Federal
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

ENERGIA SOLAR NO SERTÃO PARAIBANO...

O semiárido paraibano vai ganhar cinco parques solares que irão oferecer energia elétrica para casas da região. Os parques devem ficar prontos em até cinco anos e serão construídos nos municípios de Malta e Coremas, ambas no Sertão da Paraíba.
O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André da Nóbrega, explica que a forte radiação na região possibilita vantagens para a utilização da energia solar. Ele lembra que o semiárido nordestino é uma das regiões com mais incidência de raios solares em todo planeta, e que a Paraíba se destaca mais que outros estados neste aspecto.
“O que ainda dificulta a exploração deste recurso natural é o investimento na aquisição dos equipamentos, especialmente, das placas fotovoltaicas que são importadas, o que pode ser facilitado com o financiamento público e com políticas tributárias específicas”, ponderou Nóbrega, durante o 2º Fórum da Energia Solar e 2ª Conferência Regional da Sustentabilidade Ambiental, eventos realizados na semana passada, em Pombal.
Para o presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da ALPB, deputado Jeová Campos, é necessário que os governos atentem para a necessidade de investimento em energia solar.
Os governos precisam se dar conta de que o sol é um parceiro na geração de energia que não pode mais ser desprezado”, disse Jeová, que defende o financiamento e políticas tributárias, como a desoneração do Imposto sobre a Comercialização de Mercadorias e Serviços(ICMS), para aquisição de placas fotovoltaicas.
Além do diretor da Aneel e do deputado, participaram dos eventos em Pombal membros de instituições de ensino e pesquisa, de instituições públicas e privadas, ONGs, empresários, órgãos de fomento, políticos, além de dirigentes, docentes e estudantes de ensino municipal, estadual e federal.

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